Caixa Econômica

  • 23/05/2018

    Dia Nacional de Luta: Bancários defendem Saúde Caixa

    Plano de Saúde corre o risco de ficar mais caro e inacessível, em especial, aos aposentados.



    Os empregados da Caixa farão mobilização em todo o Brasil amanhã, 24 de maio, em defesa do Saúde Caixa. Desde 2004, a Caixa paga 70% das despesas assistenciais e aos usuários cabem os outros 30%. As resoluções publicadas pelo Governo Temer e a recente alteração no estatuto da Caixa propõem um limite correspondente a 6,5% da Folha de Pagamento para a participação da Caixa nessas despesas, à revelia do que prevê o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).

    “As alterações são nefastas para todos os usuários do plano. O Saúde Caixa ficará mais caro e poderá ficar inacessível, em especial, aos aposentados. É inadmissível eles alterarem um modelo que vem se mostrando plenamente sustentável.”, afirmou Fabiana Uehara Proschodlt, secretária de Cultura da Contraf-CUT e representante da entidade na CEE/Caixa.

    O Saúde Caixa acumulou superávit que chegava a R$ 670 milhões em 2016. Dados mais recentes permanecem restritos à gestão do banco, que não deu ainda a devida transparência ao relatório atuarial de 2017. “Essa mesma gestão vem sucateando nosso plano de saúde e precarizando a estrutura de atendimento aos usuários. Por isso, ressaltamos a importância do envolvimento de todos os empregados e aposentados em um grande processo de mobilização, que impeça a retirada de uma das mais importantes conquistas dos empregados”, completou Fabiana.

    Para o Dia Nacional de Luta, a orientação é que postagens nas mídias sociais deve ter as hashtags (usar todas juntas): #SaúdeCaixa #SaúdeCaixaEuDefendo #DiadeLuta.

    Contraf-CUT